vi lost in translation de novo e não preciso dizer que a segunda vez é ainda mais gostosa.
you only live twice..
sábado, janeiro 31, 2004
quinta-feira, janeiro 29, 2004
porra de galois, porra de colégio com complexo de superioridade, porra de toshio, porra de equipe maldita, que todos morram com câncer no cu (nada contra os alunos de lá, só contra os donos/coordenadores/administradores). eles compraram o sex symbol #1 (compraram, é muamba, mercadoria, sabe?), o sonho de consumo e objeto de desejo da ala feminina (menos meu, porque eu sou uma menina séria e comprometida, o homem da minha vida é ele e só tenho olhos pra ele, não quero saber de mais nenhum), o professor mais cobiçado do leonardo da vinci. não que isso faça alguma diferença pra mim, mas já está passando dos limites. compraram o waldson, o melhor professor de gramática das redondezas, e agora foi o cássio, que, nas horas vagas, é um baita professor de história. vão se danar caraleo.
nunca mais eu tento gravar alguma música no computador, em videokê. não, traumatizei. minha voz é horrível. eu a ouço como voz da nina person, e a gravação fica como elza soares, eca. não gravo mais, prefiro ficar na ilusão, cantando sem microfones por perto.
terça-feira, janeiro 27, 2004
já fiz bolo hoje, já vi ana maria braga, já ouvi antena 1. sai, espírito de dona de casa, sai, espírito gay!
não dormi nada até agora, zero, a maratona é real, e o cansaço também. entro no blogger para corrigir alguma coisa no template, mas aí eu fico olhando pra foto do 'encontros e desencontros', e acabo esquecendo o que eu ia fazer. consigo me lembrar, só que a porra da foto de novo fica me encarando, e eu pá, esqueço o que diacho era pra fazer. aí eu lembro, olho pra foto, esqueço, lembro, olho pra foto, esqueço. tentei dar uma de esperta, e não olhei pra foto. olhei pra parede. e me esqueci o que queria, de novo. eu estou preocupada com alguma coisa, só não me lembro o que é.
sometimes you have to go halfway around the world to come full circle.

vi esse filme hoje. saí do cinema com vontade de roubar um banco e ir pra tokyo. talvez seja estratégia turística, esses negócios de mensagens subliminares. fiquei impressionada, lindo, embora ultimamente eu esteja gay e considere qualquer besteira a coisa mais emocionante do mundo. mas acho que minha viadagem não tenha influenciado no conceito de lost in translation. filme sem pressa, que preza cada detalhe da história, e essas mínimas coisas fazem as quase-duas-horas-de-duração passarem de uma maneira extremamente agradável. eu seria uma gorda cretina se falasse que a história não tem fim no filme, simplesmente porque o fim da história não importa? ah, já era.
a scarlett johansson, vulga charlotte, é o máximo, com aquelas batatinhas gorduchinhas e branquinhas. jovem e casada com um fotógrafo, o qual, tendo que ir para tokyo a trabalho, resolve levá-la também. ele se ocupa demais com as fotos e não dá atenção à esposa. marido ocioso, oficina do...bill murray. charlotte acaba descobrindo no cara-da-propaganda-de-whisky (vulgo bill murray, ou bob, ator esquecido dos anos 70, que foi passar a semana no japão, também a negócios: 2 milhões de mangos em troca de sua graciosidade em anúncios do tal whisky. nota: whisky japonês) não só um coroa que não poupa emoções ao cantar more than this em um karaoke-bar (lá em tokyo, karaoke bar deve ser parecido com buteco no rio de janeiro, tem um a cada 70m), mas também o que ela estava esperando vir entre todos aqueles prédios gigantescos e salvá-la da solidão. ambos hospedados no mesmo hotel, com casamentos indo rumo ao fracasso, infelizes, solitários, entediados, alagados. precisavam de muito mais do que uma mudança, precisavam um do outro. qualquer fosse o final do filme, a não ser o final que teve, seria insatisfatório, desnecessário e inadequado.
deus, como eu estou gay.
todos os meus elogios a filmes parecem ser iguais; "....na medida certa...fez o tempo do filme passar rápido...agora é um dos meus favoritos...blablabla...sou sem conteúdo kjglkfjgm". mmm...
segunda-feira, janeiro 26, 2004
o show da beth gibbons foi...foi...foi...
putaquepariu, o show foi maravilhoso.
se pela tv eu já fiquei toda deslumbrada (ê síndrome de pobre), ai se eu estivesse lá. funny time of year ficou linda. todas, todas, só tom the model que não ficou no mesmo nível da gravação do cd.
