you only live twice..

quarta-feira, abril 11, 2007

era uma vez, um programa chamado saturday night live...

http://hjackman.com/video/zipped/SNL/wmv/HughonSNLsuperman.zip
...com os quadros favoritos da pollyanna.

and i'm feeEling gooood

http://www.youtube.com/watch?v=HZGq8JO1fY8

mascote do pan 2007

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=14714787
he he he

a meia hora que eu passo num ônibus, vindo da w3 até aqui, é a meia hora mais produtiva do meu dia. vem cada idéia na cabeça. eu até tinha formulado uma resposta genial pra pergunta 'o que você faria se algum dia acordasse no corpo da gisele bundchen?', e olhe que pra contornar esse questionamento ridículo de merda tem que ser muito coisa de gênio. mas aí eu desço do ônibus, e tudo some, venta tanto (como eu sempre tenho chegadas triunfais) que as idéias somem, que nem peidinho no ar.
eu tenho queimado livros e livros, e os rios de prosperidade que os acompanham, com esse negócio de chegar em casa.
e é por isso, mãe, que eu nunca mais vou descer do ônibus. espero que entenda.

www.banksy.co.uk

/cuttings/newyorktimes.html
conhecimento sem instinto é que nem moeda antiga, que só serve pra ficar emoldurada num museu ou juntar poeira na mão de um colecionador, entende, prima? é bonito de se ver, mas não presta nem pra limpar a bunda.
me emociono ao te ouvir falar de como você sabe sobre direito administrativo, de coração, fico comovida. dá pra entupir a mente humana de três mols dessa porcalhada toda, ou até mais, vai enchendo que vai absorvendo - mas graças a meu bom Deus existe um limite. Deus sim, porque Ele, em Sua perfeição, não permitiria que sua criação se resumisse a uma cabeça cheia de merda que nem pra adubo presta, e só faz copiar, copiar, nadar a favor da corrente, ir com os outros em fila indiana. temos um mínimo de sede pelo errado, pelo alternativo, pelo contrário, pelo individual, pelo ousado, que não nos deixa desviar do curso natural do homem e nos mantém fora da normalidade, que é nosso lugar. eu acredito que você tenha o seu. melhor dizendo, eu tenho fé de que você tem o seu, que não te deixa cair em tentação e te livra do mal, seja enterrando as patas no chocolate nas quartas-feiras (porque quarta-feira não é dia de chocolate, é? chocolate só no fim de semana! pro resto tem fruta!) contra as ordens do seu médico, ou se imaginando numa sauna com aquele seu colega de escritório, ou varrendo qualquer sujeira que seja pra debaixo do tapete.
instinto, criatividade, chame como quiser. o ponto é que eu não quero ser como você, que fez o que quis da sua vida, foi aprovada em n concursos, escolheu o cargo público que iria ocupar (e minha posição não me permite enxergar nisso uma escolha). eu quero ser como esse rapaz dos desenhos nos muros. você e eu concordamos num aspecto: o poder é a vitamina mais essencial pra nossa espécie, a independência. mas quanto de mobilidade e autonomia pode caber entre quatro paredes? é uma discussão sem volta. e sem truques também, não sou de usar seus métodos e toda a sua argumentação de tribunal, a vida não é assim, não a que eu quero pra mim. me incomoda você tagarelando, com seu bilau duro, lubrificado de razão e prepotência, enquanto poderíamos estar apreciando o sabor de um bom cheeseburger com coca cola. e não faz essa cara de nojo pra fast food, eu sei que você gosta.

depois de olhar esse site, como é que eu ainda posso marcar biologia no vestibular?

300 de espartilho

você sabe que está no auge da sua infância quando o carnaval dura uma semana, a semana santa, três dias, e tragédia pra você é quando a sua mãe não fecha a garrafinha direito e derrama suco de caju na lancheira inteira (um dilúvio doce sobre o sanduíche de presunto e queijo feito com pão de fôrma seven boys. mas não tem catástrofe que impeça uma pollyanna de lanchar).
a nostalgia
ah, nostalgia é o risco que corremos se mudamos, ou simplesmente a fatal conseqüência do amontoar de muitos minutos - vale lembrar que essa baboseira toda, exatamente dessa forma, faz sentido no vácuo da minha idéia como a foto de um pato, tão objetiva, elementar, óbvia e clara quanto - e o melhor da nostalgia é que não tem volta. só mesmo a distância e a porra da memória seletiva do ser humano pra dar um gostinho tão adocicado aos acontecimentos. o "bons tempos" sempre vem seguido do "e que bom que acabou."


300 de esparta é muito muito (dois muito, veja bem) bom, mas depois de ver apocalypto, surgiu uma certa cota de violência justificada que precisa ser preenchida pra que o filme não pareça um recital de ballet masculino.
tanto é que saí do cinema e vim cá escrever esse monte de viadagem. nem sei onde tá minha testosterona

(mas a testosterona daqueles rapazes semi-nus do filme eu sei muito bem onde tá guardada. j-e-s-u-s, se existe um céu, tem pelo menos 300 daqueles, mais peladinhos ainda, menos sujinhos e sem aquela barba escrota de passar droga escondida na alfândega. dilíça!)

eu voltei.

sábado, março 11, 2006

já tentei, já apelei, mas não tem jeito, eu não consigo não odiar tudo o que o bruce springsteen faz. nem streets of philadelphia, nada, não adianta, minha religião não permite, meu médico não recomenda e meu organismo rejeita, eca. é natural, o que posso fazer? vou lutar contra meus princípios? o caraleo. vou é fazer uma fogueira com todos os cds dele.
e provavelmente me jogar nela..

aí aproveito e queimo meus pôsteres escondidos do leonardo dicaprio. queima diacho!
falando em fogueira..
deveriam distribuir uma apostila sobre 'como reagir ao clive owen'. digo, ou ele tá gritando ou ele tá com cara de cu de babuíno, passei 2/3 do filme tentando entender quais eram os sentimentos dele (vai ver a culpa é da minha falta de sensibili...aah, quee o quee, sensibilidade meu ovo). e não tem mais o que comentar do filme, é daqueles que são bons se você for sem ler sinopse ou qualquer bullshit a respeito.

nice briefcase...

quarta-feira, junho 29, 2005

rever 'brilho eterno de uma mente sem lembranças' sempre é esclarecedor. uma boa pedida para qualquer momento.
o semestre se foi. saldo?
sobrevivi ao medonho mundo do cálculo 1, um nome riscado na minha "list of things that make me want to kill myself", not anymore! experiência interessante. aliás, foi graças a essas contas de folhas inteiras* que eu não me tornei um legume (bem...ainda tenho dúvidas quanto a isso). mas o importante é que julho está chegando e eu não sei muito bem o que isso significa. férias...ahn. se agora começam as férias...então o que eu tô fazendo desde março?
agh...

terça-feira, maio 31, 2005

cortei o cabelo. e não basta a crise de riso que eu tenho quando me olho no espelho, ainda tem mamãe que não deixa passar nada...
- quinzinho, desce no mercado e compra abóbora pro almoço de amanhã
- quinzinho, come antes que esfrie
- quinzinho, pega diários de uma paixão, a prima disse que é bom
- nada de dormir tarde hoje, viu, joaquim



mas antes quinzinho do que "sai do carro, menino desconhecido"

sexta-feira, maio 27, 2005

senhor amado, me dá forças pra não aumentar o volume no máximo. são três e meia da manhã, minha avó dorme no quarto ao lado, e tem mais três pessoas que não merecem ser acordadas por minha causa, mas A TENTAÇÃO É GRANDE DEMAIS. não dá pra ouvir essa música com barulho de tecla ou de carro chegando no estacionamento, tem que ser só ela, fone de ouvido é incômodo demais. doze maravilhosos minutos que exigem um ambiente à altura.

quinta-feira, maio 26, 2005

- aí eu estava subindo a escada com meu gato quando..
- o gato
- que?
- seu gato...era o que, persa? de que tamanho?
- siamês..ahh...mais ou menos desse tamanho
- hmm...interessante
- que diferença faz?
- toda, você não imagina.
- mas sim, continuando, quando olhei pra baixo...
- e a escada?
- o que tem a escada?
- espiral? de canto? de madeira? tinha corrimão? revestida com carpete? detalhes em mogno?

problemática não, incompreendida.

such a night

domingo, maio 22, 2005

vivendo e aprendendo.
e imitando.

=).
you didn't get it.
algum dia alguém irá descobrir aquilo.
seu nome tá lá em cima.
in other words:

it was all your fault.

e eu nunca mencionei fontes diferentes.