e o que eu posso dizer do jack black? uma mistura de adam sandler com whoopi goldberg. filme feliz, nada que chegue aos pés de lost in translation, é claro (melhor do que lost in translation só um filme com outra scarlett johansson, outro bill murray, outro lugar tão legal quanto tokyo e outra direção tão incrível quanto a da sofia coppola. ou seja...), mas é o tipo de filme que meus filhos (num futuro distante e distante e distante, longe pra caralho, so far away), ou melhor, o tipo de filme que os filhos das minhas colegas vão ver na sessão da tarde. sai pra lá com esse negócio de filho, que os outros perpetuem a espécie, eu não tenho nada a ver com isso. deixa que a xuxa e o luciano szafir (ou só a xuxa? ou a marlene?) cuidam desse negócio de reprodução. falando em criança, deus, como elas são que nem formiga. onde tem brinquedo, tem criança. e não adianta cercar o brinquedo de água; ao contrário das formigas, elas não são vencidas e se afogam na água. pelo contrário. se proliferam com água, com comida, com doces. sobem em cima de qualquer coisa que estiver mais alta do que o chão, pulam, gritam, se jogam na sua frente, de modo que você não tenha saída, esbarre nelas e elas façam o maior auê pros pais dizendo que você as machucou. o jeito é amassar dormonid e colocar na coca cola delas. vai todo mundo ficar calminho, calminho.

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